EXPOSIÇÃO PERMANENTE COLEÇÃO MANUEL DE BRITO

A partir de 17 de Julho 2011

Encerrou a 24 de Fevereiro de 2013

 

O Centro de Arte Manuel de Brito inaugurou a 16 de Julho a exposição permanente da Coleção Manuel de Brito. Fecha-se assim um ciclo, iniciado em 2006, que privilegiou uma linha de programação assente numa dupla vertente - dar a conhecer ao público as obras que constituem uma das mais importantes colecções de arte portuguesa, seguindo para o efeito uma perspetiva de carácter histórico e museológico, e paralelamente,  destacar com exposições individuais artistas como a Paula Rego, Júlio Pomar, Eduardo Luiz, António Palolo, Graça Morais, entre outros, que pela representatividade dos núcleos das suas obras, no âmbito da Coleção e relevância na História da Arte Portuguesa, deram consistência e coerência ao programa realizado.
A exposição permanente constituirá o testemunho da importância desta Coleção no contexto das coleções de arte portuguesa, maioritariamente do século XX e a selecção apresentada proporá ciclicamente ligações e diálogos de estímulo a uma leitura museológica e pedagógica orientada para a sensibilização e divulgação da arte portuguesa.
 
Artistas representados:
Amadeo de Souza-Cardoso, José de Almada Negreiros, António Pedro, António Soares, Carlos Botelho, Júlio Resende, Mário Eloy, Francis Smith, Milly Possoz, Marcelino Vespeira, Maria Helena Vieira da Silva, Jorge Vieira, Júlio Pomar, Lourdes Castro, António Costa Pinheiro, Jorge Martins, Nikias Skapinakis, René Bértholo, Ângelo de Sousa, António Palolo, Eduardo Luiz, Eduardo Nery, Luís Noronha da Costa, Artur Varela, António Dacosta, Ascânio MMM, Eduardo Batarda, José de Guimarães, Menez, Paula Rego, Julião Sarmento e Bartolomeu Cid dos Santos.
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

Amadeo de Souza-Cardoso, Moinhos 9, 1914-5, óleo sobre tela, 40,5 x 33 cm

Paula Rego, Carmen, 1983, acrílico sobre papel colado sobre tela, 240 x 203 cm

Vieira da Silva, Le jardin, 1960, óleo sobre tela, 65 x 92 cm

Julião Sarmento, Inherent in the drive of curiosity, 2002, técnica mista sobre tela, 302,5 x 500 cm

António Palolo, Jardim das delícias, 1970, acrílico sobre tela, 141 x 202 cm